ÁFRICA: das diferenças, dos limites e os avanços das ações de resistência

Autores

  • RENATO DA SILVA MELO Professor de História da Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ.

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v17i30.741

Palavras-chave:

áfrica, resistência, colonização, liberdade

Resumo

Neste trabalho discutirei como se processaram as estratégias colonialistas e os debates que se seguiram. Desde o final do século XIX, a África sofreu uma série de políticas intervencionistas, resultando numa era de catástrofe. As reações enquadravam-se entre três soluções: a submissão, a aliança e o confronto. Devemos observar que a resistência sob a ótica do político, da economia e da religião precisa ser reconsiderada. Para isso, trouxe os exemplos de Kimpa Vita e de Rainha Jinga, no período pré-colonial, para nos ajudar a compreender o fenômeno da resistência na longa duração. Descreverei a resistência de Menelik II contra a empreitada italiana na Etiópia e a ocupação da Namíbia pelas forças alemãs, caracterizada como a primeira grande experiência de campo de concentração e extermínio. Concluirei com a resistência em Moçâmedes, lugar de confronto entre portugueses e nativos liderados pelos sobas.

Palavras-chave: África. Colonização. Resistência.

Biografia do Autor

RENATO DA SILVA MELO, Professor de História da Universidade Federal de São João Del Rei - UFSJ.

Professor doutor em História pela USP e mestre em História Econômica pela UFMG. Membro do Departamento de História da Universidade Federal de São João Del Rei - Campus Dom Bosco. São João Del Rei - Minas Gerais.

Publicado

2020-10-13