“SEM EDUCAÇÃO NÃO HÁ MISSÃO”:aintrodução da formação jesuítica no Maranhão e Grão-Pará (Século XVII)

Autores

  • KARL HEINZ ARENZ Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v13i21.511

Palavras-chave:

Jesuá­tas. Amazônia. Educação. Colégios.

Resumo

Resumo: Em 1671, as casas jesuíticas de São Luís e Belém foram elevadas à categoria de colégio. Este simples ato contribuiu para consolidar a jovem Missão do Maranhão. Embora pouco contemplada pela historiografia, a implantação de todas as etapas do sistema educacional inaciano teve um papel fundamental dentro do contexto da formação da sociedade colonial amazônica. Educar os jovens candidatos desde as humanidades até a teologia constituiu, na concepção da ordem jesuítica, um dos pilares para garantir a adaptação dos futuros missionários e melhor enraizar o seu  projeto sócio religioso. O presente artigo objetiva retraçar este processo lento e complexo ao longo da segunda metade do século XVII, levando em conta tanto as dissensões internas da Companhia de Jesus quanto os impactos dos constantes conflitos entre colonos e religiosos acerca dos neófitos índios.

Palavras-chave: Jesuítas. Amazônia. Educação.

Colégios.

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Biografia do Autor

KARL HEINZ ARENZ, Universidade Federal do Pará

Institutuo de Filosofia e Ciências Humanas (Faculdade de História, Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia); Linhas de pequisa: história colonial da Amazônia, populações tradicionais da Amazônia

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Publicado

2016-06-30