E SE DIZ DO DITO NEGRO QUE É FEITICEIRO E CURADOR: a união entre o natural e o sobrenatural na saúde e na doença das Gerais do século XVIII.

Autores

  • André Nogueira Mestre em História pela Universidade Federal Fluminense; Tutor de História na Educação do curso de Pedagogia da Unirio pelo Consórcio CEDERJ

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v3i3.395

Palavras-chave:

Feitiçaria e práticas de cura, Devassas Eclesiásticas, Minas Gerais do século XVIII.

Resumo

Pretendemos, com o presente artigo, discutir, como nas Minas do século XVIII, imiscuía-se fortemente as concepções de doença, feitiço e curas, todas imersas numa atmosfera sobrenatural, não perdendo de vista que esta postura habitava tanto os tratados médicos e tratamentos dos brancos licenciados, como as práticas de africanos e seus descendentes, não raro alvo de repressão por isso. Para esta investigação, valemo-nos fundamentalmente da documentação produzida em várias devassas eclesiásticas, principalmente depois de 1745, com a criação do bispado de Mariana, bem como dos tratados de medicina supra mencionados.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2006-01-10

Como Citar

Nogueira, A. (2006). E SE DIZ DO DITO NEGRO QUE É FEITICEIRO E CURADOR: a união entre o natural e o sobrenatural na saúde e na doença das Gerais do século XVIII. Outros Tempos: Pesquisa Em Foco - História, 3(3). https://doi.org/10.18817/ot.v3i3.395