O COTIDIANO DO HOSPITAL DE CARIDADE DE SÃO LUÍS E A CRISE DA ASSISTÊNCIA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

Autores

  • AGOSTINHO JÚNIOR HOLANDA COE Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v17i30.805

Resumo

A Irmandade da Misericórdia foi fundada em São Luís por volta de 1623. Em 1642, a Irmandade já havia construído uma igreja e um cemitério e, em 1653, já haviam projetos para a construção de um hospital. No século XIX administrava um cemitério, o Hospital de Caridade e dos Lázaros, além da Roda e Casa dos Expostos. Diante de tal crescimento do poderio e importância da assistência praticada pelos congregados na Irmandade da Misericórdia, analisaremos como o tratamento dispensado aos doentes no Hospital de Caridade foi se tornando cada vez mais um “grande fardo” para a Misericórdia, já que, na segunda metade do século XIX, as reclamações eram recorrentes acerca da dificuldade do cuidado para com os enfermos em virtude do acirramento de crises financeiras.  Como o século XIX, em São Luís, foi marcado pelas diversas epidemias que assolavam os aglomerados urbanos, também estudaremos a assistência no contexto dos surtos epidêmicos e as transformações que tais epidemias proporcionaram ao Hospital de Caridade.

Palavras-chave: Hospital. Caridade. Assistência. Crise.

Biografia do Autor

AGOSTINHO JÚNIOR HOLANDA COE, Universidade Federal do Piauí

Professor Adjunto III da Universidade Federal do Piauí

Campus Ministro Petrônio Portela – CCHL – Dpto de História

Piauí – Teresina – Brasil

 

Publicado

2020-10-13