LAS MARCAS DEL MATRIMONIO EN LA OBRA DE HESáODO. PANDORA COMO LA CONSTRUCCIÓN DE LO OTRO

Autores

  • MARáA CECILIA COLOMBANI Assistente de Edição Revista Outros Tempos

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v16i28.724

Palavras-chave:

Mismo. Otro. Pandora. Mujer. Hesá­odo.

Resumo

La Antigá¼edad griega ha definido dos  topoi  simbólicos para territorializar la identidad (Mismidad) y la otredad: la  há½bris  y la  sophrosyne, definidos discursivamente en la mitologá­a por dos linajes, uno claro y otro oscuro, que seguirán presentes en el perá­odo clásico. En este sentido esa es la experiencia dominante griega de la identidad y la otredad. La  sophrosyne  termina su larga ligazón con la identidad y la  há½bris  con la otredad. A partir de allá­ proponemos pensar un modelo de construcción de la Otredad en la economá­a general del pensamiento má­tico. Pensar y construir a un otro implica territorializarlo en cinco ejes o dimensiones que analizaremos antes de situarnos en la mujer como ”nuestro otro”. Pandora constituye una figura emblemática de esta construcción atravesada por lo viril. Desde su propia condición de artefacto hasta las marcas identitarias atribuidas en su ficción, la dimensión axiológica la ubica en un territorio de registro singular que el presente trabajo recorrerá.

Palabra clave:  Mismo. Otro. Pandora. Mujer. Hesá­odo.


OS TRAá‡OS DO MATRIMÓNIO NA OBRA DE HESáODO. PANDORA COMO A  CONSTRUÇÃO DO OUTRO  

Resumo:  A Antiguidade grega definiu dois  topoi  simbólicos para contextualizar a identidade (Mesmidade) e a alteridade: a  há½bris  e a  sophrosyne, definidas discursivamente na mitologia por duas linhagens, uma clara e outra obscura, que continuarão presentes no perá­odo clássico. Neste sentido essa é a experiência dominante grega da identidade e da alteridade. A  sophrosyne  estabelece a sua ampla ligação com a identidade e a  há½bris  com a alteridade. A partir daqui propomo-nos pensar um modelo de construção da Alteridade na economia geral do pensamento má­tico. Pensar e construir um outro implica contextualizá-lo em cinco eixos ou dimensões que analisaremos antes de nos situarmos na mulher como ”o nosso outro”. Pandora constitui uma figura emblemática desta construção atravessada pelo viril. Desde a sua própria condição de artefato até á s marcas identitárias atribuá­das á  sua ficção, a dimensão axiológica situa-a num território de registo singular que o presente trabalho se propõe rever.

Palavras -chave:  Mesmo. Outro. Pandora. Mulher. Hesá­odo.


THE VESTIGES OF MARRIAGE IN THE WORK OF HESIOD. PANDORA AS THE CONSTRUCTION OF THE OTHER  

Abstract:  Greek Antiquity has defined two symbolic  topoi  to territorialize the identity (Sameness) and the otherness: the  há½bris  and the  sophrosyne, defined discursively in mythology by two lineages, one clear and the other dark, that will continue to be present in the classical period. In this sense, that is the dominant Greek experience of identity and otherness. The  sophrosyne establishes its broad association with identity and the  há½bris  with otherness. From this point on, we propose to conjecture a model of construction of the Other in the general economy of mythical thought. Thinking and constructing an "other" implies territorializing it in five axes or dimensions that we will analyze before situating ourselves in the woman as "our other". Pandora is an emblematic figure of this construction traversed by the virile. From its own artifact condition to the identity marks attributed in her fiction, the axiological dimension places her in a territory of singular register that this work aims to revise.

Keywords:  Same. Other. Pandora. Woman. Hesiod.

 

Biografia do Autor

MARáA CECILIA COLOMBANI, Assistente de Edição Revista Outros Tempos

Doutora en Filosofá­a / Universidad de Morón /Universidad Nacional de Mar del Plata
Buenos Aires / Argentina
ceciliacolombani@hotmail.com

Publicado

2019-07-21