OS ”FILHOS DA BOMBA”: memória e história entre os relatos de sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki e a ”Campanha pela Proibição das Bombas Atômicas” no Brasil (1950).

Autores

  • Jayme Ribeiro Universidade Estadual do Rio de Janeiro — Faculdade de Formação de Professores (UERJ-FFP).

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v6i7.192

Palavras-chave:

PCB, Paz, Memória, Hiroshima, Nagasaki.

Resumo

Após a Segunda Guerra Mundial, entra em cena a bomba atômica, uma arma com um poder de  destruição muito superior ao das armas que, até então, eram utilizadas nos conflitos  internacionais. As bombas atômicas jogadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e  Nagasaki, em 1945, causaram um enorme impacto na opinião pública mundial. Governos de  diversos paá­ses do mundo não conheciam o verdadeiro teor de uma arma que utilizava a energia  atômica. Milhões de pessoas em todo o mundo só souberam o que era a bomba atômica na  prática, isto é, após os episódios de Hiroshima e Nagasaki. Os militantes comunistas brasileiros  utilizaram-se de relatos de sobreviventes das cidades japonesas para angariarem assinaturas em  prol dos ”Apelos” em favor da paz mundial. A imprensa não comunista, por sua vez, não  permitindo o direito á  diferença, condenava as ações ”pacifistas” orientadas pelo PCB e não  informava á  população as conseqá¼ências de uma guerra nuclear e os efeitos de uma explosão  atômica.

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Publicado

2009-07-15