EUS E OLHARES SOBRE OS OUTROS: relatos de Hans Staden e suas releituras cinematográficas

Autores

  • Vitória Azevedo da Fonseca Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF)

DOI:

https://doi.org/10.18817/ot.v7i9.121

Palavras-chave:

Hans Staden, cinema brasileiro, alteridade

Resumo

O artigo propõe considerações sobre as relações de alteridade estabelecidasentre o relato de Hans Staden e suas posteriores adaptações para o cinema nos filmesHans Staden (Luiz Alberto Pereira, 1999) e Como era gostoso o meu francês (NelsonPereira dos Santos, 1971). Na análise passeamos por diversas temporalidades de eus eoutros. Há um eu autor (Hans Staden) que descreve um outro desconhecido(indá­genas), pautado em outros conhecidos. Há eus muito distantes no tempo(cineastas) que utilizam o relato deste outro, para falar de um outro outro ainda mais distante. Assim, nesse calderãotemporal vamos discutir um processo de leituras e releituras do passado, no cinema.

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Publicado

2010-05-31